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quinta-feira, 26 de junho de 2014

A Escolha - Kiera Cass

A Escolha
Contém Spoilers dos primeiros livros da Trilogia 

Autor(a): Kiera Cass
Editora: Editora Seguinte
Ano de lançamento: 2014
Páginas: 352
Classificação:  

A Seleção mudou a vida de trinta e cinco meninas para sempre. E agora, chegou a hora de uma ser escolhida. America nunca sonhou que iria encontrar-se em qualquer lugar perto da coroa ou do coração do Príncipe Maxon. Mas à medida que a competição se aproxima de seu final e as ameaças de fora das paredes do palácio se tornam mais perigosas, América percebe o quanto ela tem a perder e quanto ela terá que lutar para o futuro que ela quer. Desde a primeira página da seleção, este best-seller #1 do New York Times capturou os corações dos leitores e os levou em uma viagem cativante ... Agora, em A Escolha, Kiera Cass oferece uma conclusão satisfatória e inesquecível, que vai manter os leitores suspirando sobre este eletrizante conto de fadas muito depois da última página é virada.

Depois de me decepcionar com A Elite, minhas expectativas para A Escolha não eram tão grandes. Eu estava curiosa, mas não ansiosa. Essa semana ganhei de aniversário de um amigo, e decidi passá-lo na frente dos outros, pelo grande burburinho que ele vem causando na blogosfera e pelos comentários positivos. Bastou uma sentada para que eu passasse da metade de A Escolha, virando as páginas sem perceber. O livro já começa com um ritmo de tirar o fôlego. E não é para menos, afinal, esse livro deveria explicar as perguntas que vinhamos nos fazendo desde o começo da trilogia, e admito que essa era uma das minhas maiores preocupações. Não tinha certeza de que a autora conseguiria explicar tudo em pouco mais de 300 páginas. 

Lute America, Você talvez não queria lutar pelas mesmas coisas que a maioria deseja, como dinheiro e sucesso. Ainda assim, lute. Não importa o que você deseja, America, vá atrás com todas as suas forças.

Me surpreendendo, a autora conseguiu se sair incrivelmente bem. Claro, ainda ficaram algumas perguntas no ar, pontinhas soltas que incomodam, mas o mais importante, a história principal, Kiera conseguiu resolver muito bem. Ela também coloca algumas surpresas no meio, e várias vezes fiquei com cara de "Como assim?!", o que é claro, só deixa a história ainda melhor. Celeste, por exemplo, foi uma das melhores surpresas. Bem no fundo, eu sempre gostei do jeito "sou Diva mesmo e não ligo pra você" dela, e esse livro só serviu para reforçar o meu sentimento pela personagem ( *lágrimas*), mesmo que eu ache um pouco estranho essa mudança enorme na personagem, assim, tão de repente.

Apesar de America ainda me irritar algumas vezes, não foi nada perto do sentimento que tive por ela em A Elite. Nesse livro ela está mais decidida sobre o que quer, e apesar de algumas pontinhas de hesitação, a personagem está mais centrada. Pelo menos o bastante para sair um pouquinho daquele "não sei com quem eu vou ficar" que tanto me irritou no livro anterior. Maxon também se mostrou muito mais maduro. Ele finalmente começa a se impor, e são vários os momentos que me fizeram suspirar. Aspen, que sempre achei muito sem graça, também ganhou um bom espaço (o suficiente para se posicionar um pouco na história) e eu não poderia ficar mais feliz com o desfecho do triangulo amoroso escolhido pela autora.

- Ficamos próximos, mas então acontece algo que nos afasta. E você nunca parece capaz de tomar uma decisão. Se você me quer tanto quanto diz, por que isso aqui ainda não acabou?
- Porque em metade do tempo eu tinha certeza de que você amava outra pessoa e, na outra, duvidava que você fosse me amar um dia

As últimas cem páginas me deixaram angustiada. Não só pelas reviravoltas repentinas, mas principalmente pelo banho de sangue. Já tinha lido sobre isso em algumas resenhas e até pegado alguns Spoilers de quem daria bye bye para a história, mas certamente não estava preparada para isso. A autora matou muita gente, e isso me incomodou. As mortes são rápidas, sem detalhes e principalmente, uma atrás da outra, ou seja, não dá nem tempo de sentir o choque da perda, porque outra pessoa já morre em seguida.

A narrativa da Kiera sempre foi algo que me agradou muito (apesar da America me dar nos nervos algumas vezes). A autora consegue conduzir a estória de forma que viramos as páginas rapidamente. Eu mesma não consegui parar até que tivesse terminado. Apesar de eu achar que teria muito mais distopia nesse livro, ela não foi totalmente explorada. A distopia é apenas o plano de fundo para a história, mas fica bem longe de ser o tema principal, então não tenha expectativas em relação a isso. Temos muito romance, o que sempre foi uma marca da autora e que deixa a história toda fofa *suspiro*.

A capa é lindíssima, devo ressaltar. Segue o padrão das outras duas (que eu amo) e as três combinam perfeitamente na estante. A diagramação também está perfeita, sem erros na revisão, com as coroas fofas no inicio do capítulo e a fonte em um tamanho bom para se ler sem cansar. O título traduzido também foi uma ótima escolha (trocadilho tosco hahaha). O livro não se trata só da escolha do Maxon, mas sim da escolha de todos os protagonistas, escolhas que movem e mudam a história a todo o momento.

É difícil terminar uma trilogia e dar adeus a personagens (por mais que eu quisesse estrangula-los em vários momentos) que se tornaram amigos ao decorrer da leitura. E apesar de ter sido cheia de altos e baixos, e estar longe de ser uma das minhas favoritas, sempre vou falar da trilogia A Seleção me sentindo satisfeita por (mesmo que em apenas três livros) a autora ter sido capaz de encher minha cabeça com uma história de amor que vai muito além do tão conhecido "Felizes para Sempre...". Termino esta resenha (e a trilogia) com o coração pesado e um sorriso no rosto. 

Tchau, Maxon. Tchau, America. Vou sentir saudades de vocês, apesar de tudo.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

A Elite - A Seleção #2 - Kiera Cass


Essa resenha CONTÉM Spoilers do livro anterior, então leia por sua conta e risco.

*Resenha de A Seleção



Autor(a): Kiera Cass
Editora: Seguinte
Ano de lançamento: 2013
Páginas: 360
Classificação: 

A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Só uma se casará com o príncipe Maxon e será coroada princesa de Illéa. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Quando ela está com Maxon, é arrebatada por esse novo romance de tirar o fôlego, e não consegue se imaginar com mais ninguém. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto, dominada pelas memórias da vida que eles planejavam ter juntos.

America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer — e ela está prestes a perder sua chance de escolher. E justo quando America tem certeza de que fez sua escolha, uma perda devastadora faz com que suas dúvidas retornem. E enquanto ela está se esforçando para decidir seu futuro, rebeldes violentos, determinados a derrubar a monarquia, estão se fortalecendo — e seus planos podem destruir as chances de qualquer final feliz.

Depois de uma "ressaca" de As Crônicas do Gelo e Fogo, eu queria algo leve. E como falta pouco tempo para o lançamento de "A Escolha" e eu ainda não tinha nem A Elite, sabia que seria uma ótima oportunidade para colocar a leitura em dia e ainda ler algo leve. Eu gostei de A Seleção. Gostei muito. E isso tornava a tarefa de não criar expectativas difícil, já que tudo parecia conspirar para eu gostar mais ainda de A Elite. Infelizmente isso não aconteceu. Apesar de ter devorado rapidamente (pontos para Kiera Cass pela narrativa tão atraente que quase não dormi), muitas vezes senti vontade de fechar o livro, pois a atitude irritante de alguns personagens quase ofuscaram os ótimos momentos da leitura (que apesar de tudo, ainda são muitos). Mesmo assim, ainda pude apreciar a sensação de fechar o livro com um grande sorriso satisfatório.

"Não importava o que viesse, eu enfrentaria. Tinha que enfrentar"

Os personagens (que foram a melhor coisa em A Seleção) estavam confusos. Maxon foi minha maior decepção. Quando li o livro anterior, me encantei por ele e tinha certeza de que ele permaneceria para sempre na minha lista de Maridos Literários, mas o Maxon desse livro... Parecia quase outro. De certa forma, foi bom, para ele não se mostrar sempre "O Príncipe Perfeito", mas as suas atitudes algumas vezes iam contra aos ideias do personagem que eu havia conhecido. Claro, havia momentos em que ele voltava a ser incrivelmente fofo e eu me derretia, mas na maioria das vezes, eu simplesmente não o reconhecia e isso foi uma grande (ENORME!) decepção. Ainda não li O Príncipe (conto de sua narração, que acontece antes de A Seleção), mas pretendo fazer. Talvez isso me ajude a entender melhor o que aconteceu com o personagem - ou talvez não - mas mesmo assim, não acho que sua personalidade voltará a ser tão marcante para mim como havia sido no primeiro livro.

"Toda hora, eu olhava para o meu coração e comparava Maxon e Aspen, mas nenhum deles se sobressaía. A não ser, talvez, quando eu estava sozinha com um deles. Neste exato momento, por exemplo, eu estava tentada a prometer à Maxon que ficaria a seu lado no final."

America, que tinha se mostrado uma protagonista incrível me irritou bastante, e por o livro ser narrado por ela, fiquei me perguntando onde aquela garota que tinha me encantado tinha ido parar. Tudo o que mais me fazia gostar nela, me fez odiá-la. Ao mesmo passo que eu queria que as coisas acontecessem ao seu favor, pro conta de seu senso de justiça que eu admiro, eu queria que ela se ferrasse para ver, se em algum momento, ela acordava e percebia que nem tudo girava em torno de sua decisão. Hello, tem coisas acontecendo, rebeldes estão invadindo o palácio, garotas estão lutando pela coroa com unhas e dentes enquanto você fica ai dando sopa e se lamentando, porque você é uma Cinco e sofreu mais que as outras e bláblá... Poxa, América. Acorda, nem tudo gira em torno de você.

"Tempo. Eu vinha pedindo muito tempo ultimamente.
Tenho a esperança de que se tivesse tempo suficiente, tudo ia se resolver.”

Tudo isso significa que eu mudei de Team? Não sei, já que ainda não consegui formar uma opinião sobre Aspen, mesmo tendo achado que o faria, mas ele não se posicionou em nenhum momento, e isso não conseguiu me conquistar. Talvez eu mude de ideia ao ler O Guarda (Conto de sua narração que se passa durante A Elite), mas ainda não sei.... Ainda gosto muito de Maxon, gosto verdadeiramente dele (Dele mesmo, não esse que veio parar no seu lugar na maior parte desse volume). Mas não só suas atitudes, mas as de America, me fizeram questionar muita coisa...  No fundo, ainda torço por Maxon, não importa o que tenha acontecido com ele. Mas para mim, um "Como" vale muito mais do que um "Quem" nesta história. E espero sinceramente que a autora pense como eu.

"De repente me lembrei que Aspen sempre foi assim. Ele sacrificou noites de sono por mim, arriscou ser pego depois do toque de recolher por mim, juntava moedas para mim. A generosidade de Aspen era mais difícil de ser vista porque não era tão grandiosa quanto a de Maxon, mas o sentimento por detrás do que ele cedeu era muito maior."


Se alguém aqui leu minha resenha do primeiro livro da Série, deve saber que eu disse quase não estava presente no livro. Ela existia, mas era apenas um plano de fundo para que o romance pudesse acontecer. Neste livro, a Distopia está de volta, porém de forma mais audaciosa e forte que no outro livro, ainda não é um Jogos Vorazes, e não faria sentido se fosse, mas a mudança foi boa o bastante para instigar sobre tudo o que isso significa. Isso foi uma das coisas que mais gostei, pois saímos da atmosfera do “romance” para sermos levados até um cenário mais real e curioso. O que me preocupa é que ao invés de a autora responder algumas (pelo menos algumas, né Kiera) das perguntas, ela me deixou mais confusa ainda, e não sei se o próximo livro dará conta de responder tudo sem que fique confuso ou bagunçado.

"Não era como se a minha presença fizesse o mundo dele mais feliz. A sensação que eu tinha era de ser o mundo dele."

Ela também foi muito audaciosa ao fazer algo que eu nunca esperaria com uma das minhas personagens favoritas. Fiquei chocada e chorosa (chorosa é pouco pra descrever), mas admito que admiro o que a autora conseguiu fazer de forma que não ficasse muito irreais. Apesar de ter me irritado com America, a autora soube construir bem a narrativa, como eu já disse, e as coisas simplesmente fluem, enquanto as páginas passam rápido demais. Apesar da narrativa gostosa, o que incomodou bastante foi o fato do livro ser tão inconstante que chegava a ser um pouco chato. Claro, ninguém gosta de uma trama parada e sem surpresas. Mas as coisas acontecem rápido e várias vezes. Nem consegui contar quantas vezes America promete o coração a Aspen e no capítulo seguinte já faz o mesmo com Maxon... Isso... Essa oscilação nos sentimentos da personagem me fez ficar cansada da história e muitas vezes achá-la imatura (E olha que eu só tenho treze anos...) e no final, foi isso que mais me incomodou no livro.

"Como quando eu penso que eu entendo o que está acontecendo comigo, e então algo muda, e os meus sentimentos mudam”.

A capa é linda. Eu simplesmente me encantei pelo padrão criado. A cor é chamativa e combina com o primeiro volume perfeitamente. A editora trabalhou bem na diagramação. Não encontrei nem um errinho e se teve, passou totalmente despercebido. As letras são de um tamanho bom e as páginas são amarelas. Além do mais, cada capítulo começa com uma coroa incrivelmente fofa.

" Você tem alma de líder, America. Você tem uma boa cabeça, tem vontade de aprender; tem ainda o que talvez seja mais importante: compaixão. Isso é algo de que esse país carece mais do que você imagina. Se você quer a coroa, America, aceite-a. Porque ela deve ser sua. "

Estou curiosa para A Escolha. Não tem como não ficar, porque a trilogia tem muito potencial, além de ser divertida. Claro, é decepcionante para mim, tendo em vista que tudo começou tão bem e poderia ter sido muito melhor, mas não foi ruim. Estou um pouco apreensiva, pois acho que vai ser muita informação para se tratar em apenas um livro (a não ser que ele seja enorme, mas não é padrão da série) mas ainda acho que a autora tem a chance de fechar muito bem a Trilogia, e espero que o faça. Talvez vocês não concordem com a minha opinião, tendo em vista que muita gente gostou mais desse livro, mas mesmo parando para refletir sobre as coisas, não consegui ter outros sentimentos se não os que formam escritos aqui. 

"Mas o ponto importante não era como eu me sentia com relação ao problema; era o que eu faria com ele."

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A Seleção - Kiera Cass

A Seleção
Autor(a): Kiera Cass
Editora: Seguinte
Ano de lançamento: 2012
Páginas: 368
Classificação: 

Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.

Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

Depois de muito ouvir falar sobre a obra da Kiera Cass, tive que me render a está leitura. Primeiro porque eu sou completamente apaixonada por distopias, e ouvi dizer em muitas resenhas de que este livro trataria disso. A distopia está lá, vemos um mundo depois da guerra, divido em Castas, e como já conhecemos na maioria das distopias, a maioria das castas é pobre, enquanto algumas outras mais próximas ao reino são "melhores de vida", mas tudo isso é apenas um pano de fundo para a história ser montada. É ridículo ver esse livro ser comparado com distopias como Divergente, ou Jogos Vorazes, já que não temos quase nenhuma ação nele, o livro é fofo, romântico e de certa forma, clichê, mas, apesar de tudo, me fez virar cada página com voracidade, e terminar cedendo por mais.


America é uma cantora da casta Cinco. Apesar de não ser extremamente pobre, ela passa muitas dificuldades com sua família, e é quando surge a chance de se inscrever na Seleção. Um evento em que trinte e cinco garotas são escolhidas para disputar a coroa e o amor do príncipe. Ela não quer se inscrever, principalmente agora em que tudo caminha para o seu casamento com Aspen, seu namorado secreto da Casta Seis, que ainda é mais pobre do que ela. Mas o próprio Aspen a encoraja a se inscrever, e ela acaba cedendo. Mas o que ela menos esperava acontece. Ela é escolhida para participar. E querendo ou não precisa ir. Só que as coisas não acontecem da forma como ela esperava, e acaba conhecendo um tipo de príncipe completamente diferente do que havia imaginado.

A leitura simplesmente fluí. Os diálogos são naturais, e os personagens estão longe da complexidade, mas isso só torna a obra mais encantadora. America é corajosa e sarcástica, rebelde e audaciosa, e foi isso que fez com que Maxon se encantasse com ela. Maxon é educado e charmoso, como a realeza deve ser, mas aos poucos vamos conhecendo-o melhor a medida que ele e America se aproximam. Mas não como as outras garotas tentam, America, desde o incio, deixa bem claro que só quer a amizade dele, e isso torna as suas conversas cada vez mais interessantes. 

Não temos muitas evidencias do relacionamento de America e Aspen, em poucas páginas tudo é descrito pela maneira como America via as coisas, recentemente escutei sobre um lançamento de um conto de o ponto de vista de Aspen, acho que é interessante para conhecermos melhor seus sentimentos. A mesma coisa com o Príncipe, conto lançado pelo ponto de vista de Maxon. Eu sou #TeamMaxon, acho que é impossível não se encantar pelo jeitinho dele. E o que falar desta capa? Simples, mas encantadora, assim como o próprio livro. Entrou para uma das mais lindas da minha estante. 

Enfim, é um livro clichê e fofo, mas a narrativa da autora e diálogos/personagens são envolventes e fazem valer a pena. Não criem expectativas, pois não é o tipo de livro com grandes surpresas, mas é gostoso de se ler. Estou ansiosa para conhecer mais sobre "A Elite", mas vou esperar até que "The One" seja lançado, porque pelos comentários que andei lendo por ai, a abstinência depois deste livro é dura. Super indicado para quem gosta de livros assim, leves e românticos, para aqueles que acabaram de sair de uma leitura pesada ou simplesmente para aqueles que querem se deliciar com uma boa história.